sábado, 11 de setembro de 2010

Meu novo telefone é mágico,
fala, grava, escreve e lê.
Recebe e responde minha correspondência,
(automaticamente)
coisa que me custa fazer.

Meu novo telefone tem mil comandos
que facilitam operações
inúmeras funções tão úteis
que se prestam ao apertar de butões.
Funções que não sei usar,
mas aprenderei, pois aprendí:
da necessidade a mãe é a invenção.

Meu novo telefone é tão novo,
um estranho desconhecido se torna obcessão.
Viver sem ele: não posso fazê-lo
e muito menos esperar
o lançar de seu próximo modelo.

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